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AbrigAções

Núcleo Saúde

A Liga Solidária nos contactou, relatando dificuldades com seus abrigos. Para entender esse quadro, planejamos e executamos um mapeamento envolvendo os diferentes protagonistas: diretoria, gerentes, equipes técnicas, educadores e demais trabalhadores que lidam diretamente com as crianças.
Desse mapeamento surgiram três questões principais:
O desconhecimento específico da função: havia uma confusão entre a prática doméstica de cada um destes trabalhadores e a atuação na rotina do abrigo.
Uma dinâmica interna dos abrigos expressa por alianças parciais, acobertamentos e atitudes permissivas que trazia insegurança, angústia e certa revolta a todos, inclusive às crianças.
Uma distância entre os diferentes níveis funcionais, ou seja: diretoria, gerência, equipe técnica e trabalhadores dos abrigos conversavam apenas em torno de resultados sem se envolverem nos processos. Assim, as soluções eram efêmeras e não havia aprendizado.
Este quadro nos levou a priorizar o trabalho a partir da criança abrigada. Desta forma, iniciamos uma série de reuniões semanais com a gerência e as equipes técnicas na busca de separar as tarefas burocráticas daquelas que apoiavam e davam suporte aos educadores.
Junto à diretoria, encontros quinzenais serviam para analisar os processos, identificar seus nós e desatá-los a tempo de prever crises.
Neste tempo, a Liga Solidária proporcionou aos educadores cursos específicos sobre sexualidade, drogadição, desenvolvimento infantil e do adolescente.
Estruturamos nossos encontros semanais conforme a demanda de cada abrigo, expressa pelos próprios educadores, encaixando um desses três temas de treinamento:
- Técnicas de habilidades sociais para solucionarem problemas de comunicação e relacionamentos.
- Práticas de empoderamento para encontrarem soluções para os desafios diários que dependessem exclusivamente do próprio empenho, criatividade e diligência.
- Estímulo às iniciativas de colaboração e não acobertamento entre eles e com as crianças.
Por fim, promovemos uma integração entre os níveis funcionais junto ao processo de abrigar crianças, desta forma os problemas e as soluções se tornaram passíveis de aprendizado e assim podiam ser disseminados por todos os responsáveis pela rotina dos abrigos. Os procedimentos e regras se tornam mais objetivos e factíveis e os esforços canalizados para a melhoria da vida das crianças abrigadas.
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